Quanto custa investir em tecnologia B2B?

O mercado B2B pode atingir U$ 1.1 trilhão em vendas até o ano de 2020 no mercado norte americano, segundo um estudo feito pela Consultoria Forrester Research. Junte a isso o aumento da competitividade e o crescimento constante do e-commerce: a Forrester previa o e-commerce B2B fechasse com vendas perto dos US$ 780 bilhões no ano passado, o que representa 9,3% de todas as vendas B2B nos EUA. Portanto, se você quer seguir a tendência, acompanhando as taxas do mercado e garantindo a sua fatia do bolo, é preciso investir em tecnologia B2B.

Imagine o quanto você pode deixar de ganhar e o quanto você ficará distante dos seus concorrentes se não estiver investindo em TI? Além da baixa escalabilidade de vendas, há uma série de desvantagens que incluem elevado C.A.C, falta de métricas e indicadores comerciais e também uma lacuna na inteligência de mercado.

 

A importância de calcular o ROI em TI

ROI significa Retorno sobre Investimento, ou seja, é a relação entre o dinheiro ganho ou perdido através de um investimento e o total de capital investido. É o ROI que ajuda a esclarecer se um investimento foi significativo para a melhoria da empresa. Portanto, a métrica tem o papel de termômetro de um investimento, mostrando claramente se uma solução de TI valeu a pena ou não.

 

Por que investir em tecnologia B2B?

É inegável que plataformas B2B trazem grandes benefícios aos clientes. É o que provam estudos com executivos sobre os resultados de vendas pelo e-commerce B2B: as empresas estão cada vez mais satisfeitas com a implantação das vendas online.

 

Uma pesquisa realizada pela Oracle, em 2013, por exemplo, descobriu que:

 

  • Para 28% dos entrevistados, as vendas provenientes do e-commerce B2B cresceram 50% em relação ao faturamento total;

  • Para 31%, as vendas diretas continuavam maiores, mas o e-commerce B2B iria alcançá-las rapidamente.

 

Se você ainda tem dúvidas dos benefícios de investir em tecnologia B2B, separamos abaixo alguns dos principais:

 

1. Valorização da marca: mesmo em um segmento de produtos idênticos, se o serviço e a plataforma oferecida é melhor do que o concorrente, certamente irá valorizar sua empresa

 

2. Gestor eficiente de promoções: não adianta fazer promoções sem uma boa estratégia. Uma plataforma inteligente consegue entregar o que o usuário quer sem prejudicar o lucro da empresa.

 

3. Vendas 24 x 7 e aumento da visibilidade: uma vitrine online disponível a todo instante e que nunca fecha certamente gera mais oportunidades que uma loja com funcionamento em horário comercial.

 

4. Processamento e envio de pedidos mais rápidos: sistemas integrados permitem que os pedidos sejam atendidos o mais rápido possível e as mercadorias compradas sejam despachadas o quanto antes.

 

5. Menor índice de erros e retorno de mercadoria (RMA): falhas operacionais, como envio de produtos errados, e-mails confusos e pedidos ilegíveis podem ser evitados com a adoção de uma plataforma.

 

6. Possibilidade de expansão sem a inclusão de novo capital: lembra quando os bancos tinham um número enorme de caixas? Hoje em dia, o número de terminais eletrônicos é muito maior e mais rentável que contratar profissionais para isso. Na plataforma B2B, a lógica é a mesma. Nela, é possível aumentar a quantidade de clientes atendidos sem, para isso, contratar novos funcionários, já que não há a necessidade do atendimento pessoal.

 

7. Inteligência de negócios: com a busca e navegação inteligentes, o usuário encontra de forma fácil e intuitiva o produto que deseja comprar.

 

8. Vantagem sobre a concorrência: oferecer uma área de serviços como status do pedido, XML, boleto, Danfe, etc, certamente vai dar uma grande vantagem sobre os concorrentes.

 

9. Diminuição de custos: já abordamos aqui no blog ao comparar o custo de uma transação no e-commerce B2B com o custo da mesma transação offline, tem-se a relação R$3,50 (e-commerce B2B) para R$15,00 (vendedor). Além disso, por causa do fator escalabilidade, o custo unitário transacional do B2B pode cair para até R$1,50.

 

10. Autonomia do cliente: o próprio cliente pode montar seu pedido, dando mais autonomia na hora de escolher. Na aquisição de softwares, por exemplo, o usuário diz ao sistema quais funcionalidades interessam, montando um pacote sob medida para o negócio.

 

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