O futuro do B2B

Com a consolidação do e-commerce B2B, novos desafios surgem para tornar ainda mais ágeis os processos de pedido e entrega diretamente a fabricantes ou a distribuidores e atacadistas. Alguns desses desafios podem ajudar a moldar o futuro próximo do B2B, fazendo com que ele seja uma parte ainda mais forte do relacionamento comercial entre as empresas. Vejamos algumas dessas tendências para 2016!

Mobile

Assim como no universo pessoal, as empresas cada vez mais utilizam smartphones para fazer pesquisas de produtos, fornecedores e preços, impulsionadas pela mudança nos hábitos de seus gestores e suas equipes. Nesse sentido, um número crescente de fornecedores vêm adaptando suas plataformas de B2B para fazer do universo mobile uma experiência nativa e fluida, preparando-se assim para a nova cultura da tecnologia móvel.

Essa presença tende a se tornar menos um fator de diferenciação e mais um requisito de competitividade, garantindo a presença dos fornecedores B2B nessa nova realidade e possibilitando a conversão de pesquisas em negócios de fato.

Virada estratégica do vendedor

O fortalecimento das plataformas B2B faz com que o vendedor deixe de ser um mero “tirador de pedidos” e passe a ter um papel mais consultivo em termos de estratégia de negócios. E as plataformas tendem a facilitar esse processo a esses profissionais no futuro próximo.

Com a facilidade das plataformas em smartphones, o vendedor poderá ter acesso a informações históricas e projeções de seus clientes e do mercado como um todo, permitindo que sejam formuladas estratégias de negócios específicas para cada caso. Essa abordagem, além de valorizar o papel do vendedor como consultor de negócios, fortalece o relacionamento entre as empresas agregando valor: o fornecedor deixa de prover apenas produtos, mas passa também a canalizar inteligência de negócios a seus clientes.

Consolidação de processos

Com o amadurecimento das plataformas B2B, a tendência agora é que fabricantes, distribuidoras e atacadistas conduzam seus clientes à nova realidade, fazendo do uso da tecnologia a forma padrão de se relacionar comercialmente. Isso significa que os canais de e-commerce B2B deixam de ser vistos como uma alternativa e passam a ser a principal via de negócios entre essas empresas e seus clientes.

Os diferentes canais tendem a se consolidar também, fazendo com que a retaguarda dos sistemas B2B seja única, dando vazão a diferentes frentes: loja Web, aplicativo móvel, integração com ERP do cliente, e assim por diante. Isso faz com que a estrutura de relacionamento e logística se solidifique, agilizando os processos e reduzindo custos operacionais.

Maior integração

Conforme as empresas percebem que o B2B veio para ficar, elas passam a perceber os benefícios de integrar seus recursos a seus sistemas, permitindo que os processos de pedidos sejam ainda mais eficientes e rápidos. A capacidade das plataformas se integrarem a outros sistemas ganha, portanto, maior importância a partir desse momento.

A logística a favor dos negócios

As possibilidades proporcionadas pelos sistemas B2B vão além da agilidade nos pedidos. Com uma maior integração entre os sistemas de fornecedores e varejistas, começa a se delinear um caminho onde parte da logística possa ser conduzida pelo atacadista: de forma transparente, pedidos do consumidor final podem até mesmo vir a ser atendidos diretamente  pelo fornecedor B2B.

Essa mudança na dinâmica evita custos adicionais de transporte e armazenamento, fazendo com que varejistas cada vez mais valorizem sua penetração de mercado e valor da marca e se preocupem menos com a logística e a manutenção de grandes estoques.

 

E quais os seus planos em termos de B2B para 2016? Compartilhe sua visão de futuro para 2016 conosco por meio dos comentários.