A influência da Big Data no atacado e distribuição

Nestes dias de omni-channel, um termo que define a existência de múltiplos canais de compra e relacionamento com clientes, não há mais grandes diferenças entre a loja física e virtual. Todos os canais devem atender o cliente, não importa onde ele estiver, da mesma forma. O canal escolhido é geralmente aquele que oferece o maior benefício financeiro e interatividade.

Tendências no varejo como essa afetam o atacado, fabricantes e distribuidores. O omni-channel em especial, traz uma grande quantidade de opiniões e consequências de vendas e compras que podem ser reunidas na forma de dados. Esses dados, que atualmente são coletados de forma veloz, variada e viável, constitui a denominada Big Data e pode representar um grande salto em eficiência no mercado para as companhias.

A importância da Big Data

A Big data utiliza dados não estruturados e semiestruturados obtidos em tempo real, como por exemplo postagens de Twitter, Facebook e Instagram, que representam 85% do total de informações que as empresas lidam atualmente.

Entretanto, a mera coleta de dados colocados em uma planilha não representa a Big data, que é a utilização desses dados para a construção de modelos estatísticos que retornam informações trabalhadas e possibilidades de tomadas de decisões.

É possível implementar um algoritmo próprio de tratamento de dados. Este deve ser flexível a ponto de processar uma enorme quantidade de dados em tempo real e deve relacionar de forma rápida e intuitiva novas informações obtidas com o banco de dados já existentes. Essa solução geralmente é onerosa e demanda muitas horas de programação.

Big data no atacado e na distribuição

Saber que os varejistas estão fazendo uso dessa ferramenta leva os atacadistas a seguirem essa tendência da mesma forma. Os atacadistas devem ser mais flexíveis, possuir mais conhecimento técnico. Em outras palavras, os dias de catálogos simples e folhas de preço chegaram ao fim. Isso tudo leva a um tratamento mais especifico nos B2B.

A previsão gerada pelo tratamento dos dados pela Big Data busca entender todo o ciclo de compra do consumidor, isto é, do momento que o produto é fabricado até sua opinião final. Uma outra possibilidade associada à previsão são sistemas recomendados, que baseados em estatísticas de compras anteriores podem sugerir produtos semelhantes. Atualmente, em grandes sites de e-commerce, esses sistemas são responsáveis por aproximadamente 20% das vendas.

Na distribuição, a análise dos dados permite aos atacadistas que realizam entregas a verificarem se uma dada rota pode ser alterada, assim como os estoques e fornecimentos. Logo, é possível verificar em que ponto da cadeia, independente se é responsabilidade do atacadista ou do varejista, estão ocorrendo problemas.

Uma grande vantagem da Big Data na distribuição pode ser observada no transporte de gêneros alimentícios, que necessita de uma atenção especial para não perecerem. Com a agilidade proporcionada pelas previsões da Big Data os alimentos podem chegar mais rápido aos destinos e serem estocados em menor quantidade.

A obtenção de dados em tempo real pode facilitar a tomada de decisões e agilizar promoções, além de otimizar a quantidade de estoque ao se preparar para futuras demandas, melhorando o fornecimento de serviços em todas as etapas da cadeia.

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