5 erros mais comuns na formação de preço do e-commerce B2B

Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos gestores que atuam no mercado B2B é a formação de preços. Isso se deve a alta complexidade gerada na hora de calcular os impostos para atribuir ao valor dos produtos ou serviços oferecidos. Como a formação de preços exige um amplo conhecimento da legislação tributária, um mero descuido pode colocar em risco todo o futuro do negócio. Então, conheça os 5 erros mais comuns na formação de preços B2B!

Fique atento aos erros de formação de preço que podem afetar o e-commerce B2B

Conhecendo os erros mais comuns cometidos na precificação de produtos e serviços B2B, o profissional poderá ficar atento a eles e perceber quando estiver caminhando para isso. Acompanhe!

1. Adotar um preço único para todo o Brasil

Um erro muito comum e prejudicial para o negócio é a fixação de um preço único que atenda todo o país. Mesmo que os preços sejam exibidos sem a tributação, a empresa poderá perder uma grande oportunidade de negociar seus produtos ou serviços para uma determinada região que esteja disposta a pagar mais por eles devido a demanda ser maior que em outras regiões.

Outro grande problema gerado pela fixação de preços é que cada estado brasileiro tem uma política de cobrança de impostos diferente. Tributações como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), por exemplo, são cobradas em todos os estados brasileiros, mas os valores são diferentes e precisam ser calculados respeitando a alíquota certa. Dessa forma, os preços irão variar bastante dependendo do local.

2. Simplificação de impostos

Com o intuito de facilitar os cálculos, muitos gestores de distribuição B2B cometem o erro de simplificar os impostos. Esses erros podem gerar grandes problemas na hora de precificar produtos ou serviços e os empreendedores B2B ainda correm o risco de terem sérias dores de cabeça quando tiverem que prestar contas ao governo.

Diferentemente das vendas no varejo, o preço B2B não inclui a tributação embutida nos produtos ou serviços. Devido a maiores quantidades em circulação e a diversidade de políticas tributárias entre regiões, o tipo de empresa e a classificação fiscal do produto ou serviço, o empresário é obrigado a calcular preços e impostos após ter o conhecimento do destino da mercadoria. Isso muda bastante o preço B2B de região para região.

3. Utilizar formas de cálculos distintas

O cálculo da tributação das mercadorias negociadas pode encontrar divergências quando realizadas por ferramentas diferentes. Por isso, como cada ferramenta tem a sua própria técnica de cálculo, é melhor que se dedique a uma delas para agregar maior confiabilidade a precificação dos produtos e serviços.

A integração entre o ERP e a plataforma utilizada para a comercialização online B2B pode ser a solução para esse problema e assegurar maior assertividade nos cálculos de tributação para o cliente.

4. Não disponibilizar um simulador de preços

Parece difícil, mas é muito comum e-commerces não oferecerem ao cliente uma ferramenta online que possa utilizar para descobrir os preços praticados por determinados produtos ou serviços para cada região. A ausência dessa ferramenta cria barreiras para o aumento da taxa de conversão e contribui para a desistência nos carrinhos de compra.

5. Calcular preços de forma rápida e com possibilidade de erros

Como mencionado no tópico anterior, muitos gestores cometem erros graves na hora de calcular a tributação de produtos e serviços. Sabemos que o tempo é curto e temos muito trabalho a fazer, mas a pressa é inimiga da perfeição. No caso dos cálculos que envolvam a tributação de mercadorias, isso pode ser fatal para o negócio.

Utilizar técnicas mais fáceis para acelerar o processo nem sempre dará os resultados corretos e poderá ser responsável por acarretar prejuízos gerados por multas a serem pagas pela empresa, além do atraso da entrega das mercadorias ao cliente por parte da transportadora. Um exemplo disso é utilizar técnicas entre ERP e a plataforma B2B para obter preços de forma mais rápida.

A precificação de mercadorias e serviços B2B é diferente do varejo e precisa de muito cuidado para se desenvolver uma estratégia eficiente.

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