Não aumente sua equipe de vendas! Tenha um site para ajudar seus vendedores a vender mais

Não aumente sua equipe de vendas! Tenha um e-commerce para ajudar seus vendedores a vender mais!

O comerciante, seja ele varejista ou atacadista, vive a busca eterna pelo aumento das vendas. Em tempos de massificação dos smartphones e da popularização do acesso à internet, o e-commerce deixou de ser uma tendência e passou à condição de modelo consolidado de negócios. Basta ver que as grandes redes já desembarcaram com tudo no comércio eletrônico. Quem ainda não entrou na onda de uma plataforma e-commerce B2B corre o risco de ser ultrapassado pela concorrência.

Engana-se aquele empreendedor que avalia o e-commerce “apenas como mais um canal de vendas”. Na verdade, o comércio eletrônico oferece ao empresário a oportunidade de não só ampliar vendas, mas também a de consolidar sua marca em uma área marcada pela inovação. Os clientes, além de comprar, podem atuar como garotos propaganda da loja, atraindo outros compradores – e isso em escala exponencial. Para isto, precisam ter uma experiência de compra que os agrade.

Crescimento sólido

De acordo com o Relatório Webshoppers, o e-commerce brasileiro teve em 2014 faturamento de R$ 35,8 bilhões, um crescimento de 24% em relação a 2013. O número de consumidores que efetuaram compras em lojas virtuais no ano passado chegou à marca de 51,5 milhões de pessoas, sendo que 10,2 milhões fizeram sua estreia no mercado virtual.

Nenhum segmento do comércio apresentou desempenho tão robusto. Quem ainda não ingressou no e-commerce está perdendo mercado, clientes e dinheiro. E quando se fala em comércio eletrônico não é uma referência apenas ao varejo. O setor B2B, aquele em que fornecedores atendem os varejistas, também descobriu a internet como espaço privilegiado de negócios.

Automação

A ideia de que o e-commerce se baseia em um site de vendas esconde uma armadilha para os empreendedores. A página na web funciona apenas como vitrine. Por trás dela é que se dá o trabalho duro. Em primeiro lugar, automação é fundamental. Sistemas integrados auxiliam as equipes de venda em campo, eliminado tarefas repetitivas e dando maior agilidade no fechamento de negócios.

No que se refere ao cliente, o e-commerce vive a fase da “consumerização”, conceito que apresenta o perfil de um novo tipo de usuário. O consumidor – tanto do B2B quanto do B2C – quer agilidade na hora de fechar a compra. Nada de processos complexos, longos formulários e infinidades de cliques em diversas páginas. Eles trazem a experiência de usuário de equipamentos de comunicação direta, tais como smartphones e tablets. Tudo ao alcance de um toque na tela.

Estudos apontam que 30% dos consumidores consultados aceitam pagar até 30% mais caro por um produto, desde que a experiência de compra seja simples e eficiente. Por quê? Tempo é a resposta. O e-commerce é voltado justamente para aquelas pessoas que não têm disponibilidade de entrar em uma loja física no horário comercial. Esse consumidor tem pressa.

O mesmo estudo apontou que 56% dos pesquisados pagaram mais caro por algum item comprado nos últimos seis meses. O motivo? O site de vendas era mais atrativo e simples, proporcionando uma experiência melhor do que a loja virtual com preço mais baixo. Isso apenas mostra como o uma plataforma de e-commerce B2B possui uma lógica toda especial. Daí a necessidade de estratégias comerciais distintas daquelas utilizadas nas lojas físicas.

Corrida contra o tempo

Já foi dada a largada na corrida para recuperar o tempo perdido no e-commerce. Basta olhar o desempenho de quem já investe pesado no comércio eletrônico. Cerca de 60% das empresas investiram em tecnologia para melhorar a relação do site de vendas com o cliente. O resultado se manifestou no aumento da receita e no crescimento da base de consumidores.

Quando o foco se dirige para o B2B, a disputa tende a ser mais acirrada. Para 66% dos fornecedores, investir em e-commerce e serviços integrados de telefonia – ou seja, o escopo da automação – é questão de sobrevivência no mercado. Essas empresas reconhecem que a modernização dos canais de venda não passa necessariamente pelo aumento das equipes em campo, mas pelo ganho de produtividade internamente.

As lojas físicas não desaparecerão, pois desempenham um papel específico. O e-commerce se consolidou enquanto formato de negócio. Canais distintos exigem estratégias diferenciadas. Os grandes varejistas e atacadistas, no entanto, precisam marcar presença em ambos os espaços – ou serão atropelados pela concorrência.

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